Voto em Branco - Uma Arma do GAL

 

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BÊNÇÃO ESPECIAL   

 

GAL

Constituição

Medidas

Estado do Reino

Podres do Regime

 

Editorial do Dia do Anjo de Portugal - 10 de Junho de 2013 .  

 

ÍNDICE

A democracia é oposição a Deus

O voto enganador na democracia

O significado do Voto em Branco

Contraditório do Voto em Branco

O Estado do Reino

     Tabela da Evolução em Portugal dos Votos em Branco

COMENTÁRIO SOBRE AS ELEIÇÕES DE 2014 e 2015

A MENTIRA DOS NÚMEROS SOBRE AS ELEIÇÕES

Editoriais sobre o Voto em Branco

 

 

A democracia é oposição a Deus

 

Durante a história humana muitos foram os regimes experimentados para governar as nações. Nenhum foi durável. Todos caíram e foram substituídos. Cada um experimentado, trouxe inovações, mas todos acabaram por sucumbir à prova do tempo e da insatisfação dos povos.

No entanto, todos os regimes sempre tiveram um denominador comum - Dominar, controlar e explorar o povo.

Esta dominação sempre usou a força para dominar os povos, e sempre houve as vítimas inocentes que tiveram de suportar a força da injustiça, por tentarem combater o poder instalado. Sempre foram os poderosos e ricos a deterem as rédeas do poder do estado, e sempre usaram o estado para beneficiar de benefícios económicos para enriquecerem à sua custa. Nas raras excepções em que foram os pobres a conquistar o poder, houve a selvajaria dos ignorantes, que cegamente praticaram a violência indiscriminada e extravasaram o ódio, a vingança e a brutalidade, em vez do amor, do perdão e da justiça.

Vimos em toda a história da humanidade um palco, onde imperou o poder do dinheiro. Por isso, Jesus disse:

Lucas 16,13

13 Não podeis servir a dois senhores, a Deus e ao dinheiro”.

Por isso, Jesus quando mandou os seus discípulos pregar a Boa Nova do Reino, mandou-os sem dinheiro, para que eles vivessem só dependentes da caridade e amor alheios:

Mateus 10,7-9

7 Anunciai que o Reino dos Céus está próximo.

8 Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demónios. Recebestes de graça, de graça dai!

9 Não leveis nem ouro, nem prata, nem dinheiro em vossos cintos”,

 

Vemos assim que o dinheiro se opõe a Deus, sendo usado pelo inimigo, para contrariar os Planos de Deus e levar o homem à perdição eterna.

Dos regimes que foram usados para dominar e explorar os povos, vimos, com o passar do tempo, que em cada mudança foram usados processos e métodos mais sofisticados e sub-reptícios para controlar o povo. A democracia, o último destes regimes, aparece assim como o método mais sofisticado, de todos eles, de dominação e exploração.

Nos regimes democráticos, onde impera o dinheiro, e o poder está nas mãos dos ricos, é onde se assiste a maior miséria, a mais suicídios, a mais crimes, a mais vícios, a mais depravação, a mais exploração, numa palavra, a maior infelicidade. Todos estes malefícios estão encobertos por uma aparente e falsa máscara enganadora, para iludir o povo e levá-lo à condenação eterna.

A forma mais perfeita de vida é a da subordinação total e incondicional às Leis de Deus, nosso Criador. Aqui se encontra a Virtude e a Inteligência, ambas postas ao serviço da Felicidade do homem e à Vontade de Deus.

Conclui-se, pois, que a democracia é diametralmente oposta à Lei de Deus, pois retira o Poder a Deus e coloca-o nas mãos do povo. Assim sendo, vemos que satanás, que usa o dinheiro como instrumento de domínio, onde consegue os melhores resultados até hoje registados, é nos regimes democráticos.

A democracia (poder do povo) opõe-se à Teocracia (Poder de Deus).

A democracia domina o mundo. Quando me refiro ao mundo, refiro-me ao mundo imundo, no sentido dos ensinamentos teológicos e doutrinais da Igreja, em que o mundo é uma das três fontes de pecado, a saber - o demónio, o mundo e a carne.

A Teocracia domina a Igreja Católica. Quando me refiro a que a Teocracia domina a Igreja, penso nas palavras de Jesus:

Mateus 11,28-30

28 Vinde a Mim, vós todos que estais aflitos e cansados, e Eu vos aliviarei.

29 Tomai sobre vós o Meu jugo e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração, e achareis o repouso para as vossas almas.

30 Porque Meu jugo é suave e Meu fardo é leve.

João Paulo II escreveu:

Encíclica O Esplendor da Verdade, nº 46 e 113:

"O conteúdo da fé apostólica, recebida directamente de Cristo, fundamento da vida cristã, não pode mudar, muito menos se pode basear em relações estatísticas dos comportamentos humanos nem nas opções da maioria,  nem é estabelecida segundo as regras e as formas de uma deliberação de tipo democrático”. 

Desenvolvi um pouco mais este tema da “Democracia, a grande tentação do demónio” no Editorial de 24 de Novembro de 2002.  style='color:white;text-decoration:none;text-underline:none'> .

 

O voto enganador em democracia

 

O instrumento enganador que é colocado nas mãos do povo nos regimes democráticos, é um presente envenenado - o VOTO.

Pensando que o Poder está nas suas mãos, ele próprio coloca a corda à volta da pescoço. Depois, aos poucos, o demónio, por intermédio da maçonaria que controla os políticos e governantes, vai puxando a corda, que devagar, devagarzinho, vai asfixiando...

A par desta terrível arma, o voto, que a maçonaria usa para controlar o povo, está a MENTIRA, usada sistematicamente e sem qualquer tipo de pudor ou escrúpulos pelos políticos maçónicos que nos têm governado.

 O princípio básico que norteou a maçonaria desde a sua criação, é:

 Mintam, mintam, mintam, mintam, mintam até a mentira se tornar verdade!

 Paul Siebertz - A verdadeira história da guerra civil - Página 273

 «… as lojas se serviam daquela arma que o “irmão” Voltaire preconizara como a mais eficaz entre todas - a mentira sistematicamente divulgada e insistentemente repetida.» ( …) Foi espalhando mentiras que as sociedades secretas conseguiram sempre os seus êxitos. Chegaram a fazer da aplicação desse preceito voltairiano uma ciência, narrando os factos de maneira oposta ao que na realidade se passava. Aplica-se aqui o adágio inglês, segundo o qual “nada morre com tanta dificuldade como a mentira».

Já era assim no tempo do Marquês de Pombal e durante as lutas liberais em Portugal, contra D. Miguel. É assim agora, com os governos democráticos, socialistas e laicos, contra Deus e contra o Povo.

 Voltaire - Oeuvres complètes - II, Página 153

 «A mentira é um erro quando é culpa de um mal, dizia Voltaire ao combater a Igreja, mas quando causa “algum bem” é uma virtude. Deve-se portanto mentir como o diabo, não com precauções, mas destemidamente, não uma vez só, mas sempre. Menti, amigos, menti.»

Estes dois extractos acima são do Editorial que escrevi em 20 de Janeiro de 2007 a propósito do Aborto.  

Já temos a experiência democrática suficiente em Portugal, para ver que quaisquer que sejam os governantes, quaisquer que sejam os partidos no poder, todos eles praticam a mesma política de aproveitamentos pessoais, de aquisição de poder e riqueza individual, de favorecimento dos amigos, de desvios de dinheiro e corrupção. Isto é claramente visível a nível interno e nacional, quer a nível internacional, porque quem verdadeiramente domina o mundo imundo, é satanás através da maçonaria. Este assunto é amplamente tratado na obra “Alegria de Deus”, ditada por Jesus à Agnès Marie. Esta Obra fulcral, no âmbito do MRC, foi impulsionadora do crescimento da AMEN e agora culmina na criação do GAL.

Qualquer que seja o voto num partido, será sempre uma perda de força de expressão da Catolicidade e da Alma Portuguesas.

Há que resistir à tentação do voto partidário nas eleições nacionais e autárquicas, pois que quaisquer que sejam os resultados, os malefícios serão sempre os mesmos.

Temos de pensar na força esmagadora das abstenções nos actos eleitorais. São mais de 50% dos votos. Se estes 50% de abstenções viessem a terreiro mostrar o seu descontentamento, imagina-se facilmente quais seriam os resultados eleitorais. É por isso que os partidos “demo-cráticos” não fazem muito apelo a esta multidão que se abstêm de votar, pois seria o seu fim.

Por isso, o meu apelo e do GAL, é do  Voto em Branco , pois é a forma que actualmente já está nas nossas mãos de mostrar o nosso desacordo e repugnância pelo actual regime político, que só conduz à exploração, à pobreza dos pobres, ao enriquecimento dos ricos, à infelicidade terrena e à condenação eterna.

Ao longo dos poucos anos que restam a este mundo em vias de extinção, o termómetro de adesão a este Plano Divino, Pacífico e de Amor, é o do volume alcançado de Votos em Branco, em futuras eleições.

Daqui decorre logicamente que a Grande Arma Pacífica que para já temos nas nossas mãos, para além do Terço e da Cruz, é o Voto em Branco nas eleições.

 

O significado do Voto em Branco

 

Votar em Branco, porquê?

Seja qual for o quadrante para que olhemos, só vemos corrupção, busca do interesse próprio, desejo de poder e controlo, sede de posição social e dinheiro, ânsia de reconhecimento das suas capacidades, necessidade de ascensão. Tudo menos o que devia mover o ser humano - Amar a Deus e ao Próximo, e a vontade indómita de servir os seus irmãos em Cristo.

Todos os que vão para a política, só têm o único fito de subir na vida, alcançarem posição, poder e dinheiro. A prova está em que em todos os quadrantes partidários encontramos casos de corrupção, injustiça e perfídia. E os casos que vêm a público não são as excepções, mas sim, a Regra daquilo que se passa escondido e dissimulado. Os que são apanhados, são os que se descuidaram e não fizeram a falcatrua como devia ser feita. São os que por excesso de confiança no estado deplorável em que a justiça se encontra, menosprezaram a perícia daqueles que os querem apanhar. Os que são apanhado, são aqueles mais afoitos e corajosos, que não tiveram medo de esticar a corda, porque os outros que ainda se mantêm na sombra, são tão culpados como eles, só que não tiveram a coragem de irem tão longe, ou a esperteza de não se exporem tanto. Porque todos eles, e essa é a regra, se tivessem a certeza de não serem apanhados, fariam todas as trafulhices possíveis de imaginar, porque todos eles estão imbuídos do espírito do mundo, da ganância, todos eles estão imbuídos do espírito de satanás.

Sejam quais forem os partidos a que pertencerem, os políticos sempre exercerão o poder que lhes é atribuído nas eleições, de maneira eficaz a defenderem os seus próprios interesses, e não os dos cidadãos que os elegem. Sejam eles quais forem, a nossa vidinha continuará a ser a mesma, porque quando chegam ao poder, todos tomam as mesmas medidas, tal como assistimos com os governos comunistas, socialistas, sociais democratas ou de direita. De todos já experimentámos, e de nenhum gostámos!

Usando um termo futebolístico, temos de lhes mostrar o nosso cartão vermelho, que na Vida Política Real, é o Voto em Branco!

O Voto em Branco é a única forma que temos de intervir com seriedade e eficácia na Vida Política do nosso País.

Enquanto que votando num determinado Partido Político, só conseguimos fazê-lo em relação a um único Partido, com o Voto em Branco, conseguimos votar contra todos os Partidos simultaneamente. É de facto uma arma poderosa!

Eu sei que é preciso coragem para ir votar, e deixar o Voto em Branco, porque o que apetece é riscá-lo e abominá-lo.

Eu sei que a maior parte dos votos são dados contra aqueles, que mesmo assim, mais abominamos, pois o Partido ideal que desejávamos, na realidade ainda não existe.

Mas é necessária essa coragem, a de darmos o nosso Voto em Branco, para sabermos quantos somos, quantos estão verdadeiramente descontentes e têm a consciência de que temos de mudar de Regime Político, para um Regime Justo, Pacífico e que defenda a Vida.

Só com o Voto em Branco ajudamos realmente a separar o Trigo do joio. Para nós, esse tempo chega a cada eleição autárquica, nacional, europeia ou presidencial. É nesses segundos da Votação, que, de forma secreta mas visível aos olhos de Deus e do Espírito de Justiça, mostramos de que lado estamos.

Só com a coragem do Voto em Branco nos definimos e assumimos a nós próprios. De que lado da barricada estamos?

Hoje somos poucos. Amanhã, teremos de ser muitos, porque quem não aderir, não passará na derradeira Prova Final!

Enquanto que a abstenção ao voto é uma afirmação de indiferença para com as injustiças que existem no nosso país, o Voto em Branco é a expressão de que existe uma preocupação, que não se concorda com nenhuma das formações partidárias e com os seus programas eleitoralistas, e uso este termo, porque depois de alcançarem o poder, não cumprem as promessas feitas.

O Papa Francisco, tendo dito que a política é muito suja, também afirmou no dia 7 de Junho de 2013:

“Devemos participar da vida política, porque a política é uma das formas mais altas de caridade, porque busca o bem comum.”

Claro que a política devia ser isto, a busca do bem comum. Infelizmente, sabemos bem que não é assim que é praticada, e por isso, o Papa ter afirmado também que é muito suja.

A participação correcta do Católico na Política, não é alinhando nos Partidos existentes, mas sim, combatendo-os. O Católico que se quer empenhar na Política, tem de combater o regime democrático e todos aqueles que se opõe à Doutrina Social da Igreja. O Católico não pode compactuar com as Leis que se opõe à Doutrina Cristã.

Muito mais importante, do que votar nos Partidos democráticos, Republicanos e Laicos, escolhendo um mal menor, é o de rechaçar todos eles, dando um Voto que se oponha a todos eles, dizendo claramente que não quer nenhum deles.

Mais importante, do que combater determinados partidos muito maus, com um Voto num Partido menos mau, é demonstrar na prática que se condenam todos eles, bem como os modos de eleger os governantes da Nação. O posicionamento Moral do Católico é mais importante do que a ajuda na eleição de um Partido menos mau. O posicionamento Moral do Católico deve ser o de combater abertamente todas as formas de organização republicana e maçónica, não participando de uma forma convencional nos actos eleitorais, dando o seu voto a um ou outro partido, mas sim negando o seu voto a todos eles, e a única forma inequívoca de o fazer, é com o Voto em Branco. Só assim poderemos saber quantos somos a querer derrubar este regime iníquo em que vivemos. Se chegássemos a ser maioria, este Regime podre cairia, como o fruto maduro cai da árvore.

Já vimos que em democracia, qualquer que seja o Partido a ganhar as eleições, todos eles praticam as maiores barbaridades e todos tiram proveitos em benefício próprio. Por isso, tendo uma consciência límpida, há que ter coragem e saber dizer NÃO a todos os Partidos, com os Votos Brancos.

O Voto que seja dado a qualquer Partido, sempre ajuda o Regime a se manter, tornando-nos cooperantes com um Regime iníquo, e disso teremos de prestar contas a Deus. Este colaboracionismo com Partidos Republicanos democráticos e laicos, equivalerá sempre a uma quota-parte de responsabilidade, que teremos de a pagar no Juízo das Nações.

A participação correcta do Católico na Política, não é para conquistar o Poder, mas sim a de lutar para que seja alcançada a Justiça e a Paz, num Regime Teocrático, em que seja Deus a comandar os destinos do Povo.

Apesar da sujeira que existe na política, é obrigação do Católico participar na política. Não militando nos partidos, mas arranjando formas alternativas de participação, ou tentando criar formações partidárias verdadeiramente cristãs. É disso que se trata aqui, e por isso luto para que haja uma participação na Política, para já, com o sinal claro que serão os Votos em Branco, e também através do apoio ao GAL com estudos, denúncias das injustiças, conselhos, alertas e sugestões.

 

O Voto em Branco nas eleições Gerais significa

Não acreditamos nos Partidos e na Classe Política actual, que é corrupta e incompetente na governação do país e só leva o país à bancarrota, rouba as regalias das classes profissionais e o povo à pobreza. Queremos uma Nova Assembleia Legislativa, que reflicta as Leis de Deus, com deputados que sejam homens Bons e de Recta Intenção. Queremos o GAL - um Governo Alternativo da Luz.

 

O Voto em Branco nas eleições Autárquicas significa

Não acreditamos nos Partidos e na Classe Política actual, que é corrupta e incompetente, só serve os compadrios e leva os municípios ao descalabro, à bancarrota, o povo à pobreza e é permissiva com a corrupção que grassa no sector urbanístico e de licenciamentos. Queremos extensões do GAL a Governar os nossos Municípios.

 

O Voto em Branco nas eleições Presidenciais significa

Não acreditamos na isenção do presidente da república, nem no regime republicano. Queremos um Novo Regime de Monarquia Divina - A Teocracia Monárquica, com o Rei de Portugal à sua frente.

 

O Voto em Branco nas eleições Europeias significa

Não acreditamos na boa-fé das medidas políticas tomadas no âmbito das Instituições Europeias, pois contrariam frontalmente os princípios da solidariedade entre os povos e a Doutrina Social da Igreja.

Não acreditamos nos políticos portugueses a eleger nas Eleições Europeias, pois todos eles são os mesmos que escravizam os portugueses aos interesses dos Mercados Financeiros e ao Capitalismo Selvagem, ambos contrários aos princípios de Fraternidade defendidos pela Igreja Católica.

 

Roguemos a Deus para que dê ao Povo Português uma Consciência Límpida e Pura, Luminosa e iluminada pelo Espírito Santo!

 

 

Contraditório do Voto em Branco

Recebi de algumas pessoas do meu Mailing List uma posição não favorável ao Voto em Branco, que penso poderem servir de amostragem a uma posição ainda não esclarecida do que se passa na política de hoje em dia, bem como o que está para vir a nível mundial, em termos de uma mudança radical e definitiva do devir da nossa Vida na Terra.

A política que se pratica em todos os países do mundo é caduca, corrupta e só serve o interesse dos políticos sem escrúpulos. Esta política nada tem a ver com a Política que deveria ser praticada, tendo em vista o bem comum dos Povos e os Princípios da Vida, da Justiça e da Paz, mas não só de uma paz como o mundo a vê, mas sim uma Paz como Deus nos quer dar.

Esta Política só será possível, adoptando, com Amor e Rigor, os Princípios Cristãos consignados na Doutrina Social da Igreja Católica e inscritos no seu Compêndio. Só assim se compreende o que as Encíclicas Papais defenderam na participação activa dos Católicos na Vida Política. Só nesta óptica se compreende o que o Papa Francisco, o Bispo vestido de Branco, disse há pouco tempo:

“Devemos participar da vida política, porque a política é uma das formas mais altas de caridade, pois busca o bem comum.”

Esta participação dos Católicos na Vida Política, não é sinónimo de colaboração e activismo com o Regime Político actual, e dentro dos Partidos existentes. Um Católico que participa na vida Partidária actual, é um pobre católico sem consciência do mal de que enferma endemicamente o actual Regime, e que faz o jogo preferido de satanás, isto é, o do engano e da mentira, da concorrência e da exploração, da morte e da guerra, do egoísmo e da ganância.

A participação que o Católico é chamado a dar na Política, é o de lutar para a substituição deste Regime, denunciando os seus podres e educando os ignorantes de que uma alternativa é possível e obrigatória, primeiro nos corações e depois levada à prática. A participação que o Católico é chamado a dar na Política é do apresentar novos valores e novos métodos a serem defendidos e implementados, e não, a manter vivo este actual Regime, em que tudo e todos são caducos e corruptos.

Quem não tem uma visão esclarecida do actual Regime Político, julga que ainda é possível praticar o Bem dentro dele, e por isso, não se empenha em o substituir.

Como não sou de muitas palavras, sugiro que assistam a esta curta entrevista da Judite de Sousa feita ao Manuel Monteiro e ao Medina Carreira, em que se fala de política e dos políticos deste Regime.

http://portugalglorioso.blogspot.pt/2014/03/brutal-manuel-monteiro-na-tvi24.html?m=1

Devido à visão pouco esclarecida da maioria das pessoas, surgem opiniões contraditórias e desfavoráveis ao Voto em Branco. Apresento algumas, seguidas da sua refutação.

1º Contraditório

«O voto em branco pode ser facilmente falsificado e utilizado para beneficiar algum partido, basta alguém pôr lá uma cruz  em nosso nome.»
SF

Refutação deste 1º Contraditório

De facto é uma realidade possível, mas altamente improvável de se verificar, pois seria necessária a conivência conjunta de todos os membros da mesa de voto que procede à contagem, e que por serem dos diferentes partidos concorrentes, torna na prática que isso se torne impossível.

Mas se, mesmo assim, considerarmos que isso seja possível, então também esse roubo do nosso voto, também se pode verificar, de igual forma, com a colocação de mais uma cruz no boletim, tornando-o num Voto Nulo. Em qualquer destas hipotéticas aberrações, o nosso Voto era desviado.

Mas mais importante do que discutir a possibilidade ou a probabilidade de tal ocorrer, é termos em mente que Deus tudo vê, e por isso, a pessoa que Vota em Branco, cumpre o seu Dever Cívico e Moral de Votar segundo a sua consciência, e por tal será um dia recompensado por Deus, que tudo vê e Julga em Justiça. De igual forma, os aldrabões serão justamente punidos.

2º Contraditório

«… O voto em branco em Portugal não tem qualquer valor e não é tido em conta. 

A obrigação do cristão é votar em consciência da forma que mais se aproxime ao que deseja, pondo de lado conveniências de momento mas tendo em conta a realidade objectiva.

Não há homens perfeitos e, muito menos, governantes ou candidatos a sê-lo mas, em consciência, tem de admitir-se que os há com sinceros desejos de servir e não servir-se e de fazer o que melhor sabem e podem em cada circunstância.

O que propõe é uma sociedade perfeita o que, naturalmente, todos desejam. Repito o que disse: em Portugal o voto em branco não tem valor!

Acho que é a mesma coisa que ir a uma reunião qualquer e afirmar que não estou lá. Se não concordo com ela... pura e simplesmente não vou! …»

AMA

Refutação deste 2º Contraditório

Esta é a posição de quem julga que devemos votar no mal menor. Mesmo que a escolha pareça à primeira vista aceitável, se aprofundarmos o assunto, concluímos que de facto e na realidade estamos a dar o nosso Voto a uma corrente com a qual não concordamos, e fazendo-o estamos a deliberadamente permitir que ela ganhe a verba fixada por lei por cada voto que receba dos seus eleitores. Não posso, em consciência, dar o meu voto a um Partido com o qual não concordo, porque se o faço, estou a lhe dar o meu aval e ser conivente com as suas políticas. Seria um contra-senso.

Quer se queira quer não, estamos a permitir objectivamente que um mal se propague e perdure no tempo e sobre as gentes. Nada fazemos para que esse mal desapareça.

Só acreditando que a mudança á possível, não devemos votar num mal menor.

E depois há questão de consciência. Um dia ser-nos-ão pedidas contas por termos votado e subsidiado um mal, mesmo que menor, proposto por um partido maçónico (pois todos o são) e de não termos seguido os princípios consignados na Doutrina Cristã.

Quero sublinhar que a consciência que leva ao Voto em Branco é a de que se propõe uma Sociedade Perfeita. Que queremos prepará-la. Porque quem a vai implantar, não somos nós, nem todos os nossos votos. Vai ser Jesus Cristo, aquando da Sua Vinda Gloriosa, para implantar Novos Céus e Nova Terra. E por isso, mais do que preparar essa Sociedade Perfeita, pela qual ansiamos, há que preparar os nossos corações e as nossas mentalidades, agindo concretamente em todas as situações possíveis da nossa vida, nomeadamente nas Eleições para cargos Políticos.

Quanto ao paralelo de se ir ou não a uma reunião, onde sabemos estar em minoria, em vez de fugirmos à raia, é ir para o meio da maltosa, com coragem e serenidade, e expressar a nossa posição, abalizada nos Princípios Morais que deverão reger a nossa vida, e afirmar com força e veemência:

«Não concordo com nenhum de vós!»

3º Contraditório

«O voto em branco facilita a eleição dos malandros.»
FA

Refutação deste 3º Contraditório

A triste realidade, ensina-nos que todos os que são eleitos, independentemente dos nossos votos, são todos malandros! Por isso, não Votar em Branco é perder a oportunidade de expressar a nossa posição e a Posição Moral correcta dentro deste Regime corrupto em que vivemos.

Quer nós votemos num ou noutro partido, os eleitos que participam nas eleições, serão sempre malandros, e por isso, moralmente falando, não devemos dar o nosso voto a nenhum deles. O Voto em Branco, é o Voto Expresso contra todos os malandros, e que os penaliza monetariamente, pois não recebem a subvenção estatal que eles próprios estipularam legalmente, para o seu vergonhoso sustento. (Sobre este aspecto particular das subvenções por cada voto recebido, para Ler Mais, Picar Aqui)

 

O estado do Reino

 

Em simultâneo com as medidas correctivas que formos tomando, que o Amor, a Justiça e a Doutrina Social da Igreja justificam, vamos também apontando as melhorias que delas decorrerão, criando assim um cenário alternativo de Portugal.

 

 

é Subidas

ê Descidas

Legislativas

Tabela da Evolução em Portugal dos Votos em Branco e do Descontentamento

 

2005 Legislativas

2009 Legislativas

2011 Legislativas

2013 Autárquicas

2014 Europeias

2015 Legislativas

Contagem

%

Contagem

%

Contagem

%

Contagem

%

Contagem

%

Contagem

%

Inscritos

8944508

100

9519921

100

9624354

100

9498202

100

9676888

100

9439651

100

Votantes

5747834

64,26

5681258

59,68

5585054

58,03

4995104

52,59

3281110

33,91

5374363

56,93

Abstenções

3196674

35,74

3838663

é 40,32

4039300

é 41,97

4503098

47,41

6395778

66,09

4065288

é 43,07

Brancos

103537

1,16

99086

ê 1,11

148618

é 1,54

193284

2,03

144815

1,50

112293

ê 1,19

Nulos

65515

0,73

76894

0,86

79399

0,82

147081

1,55

100475

1,04

86571

0,92

Σomatório  das

    Abstenções

+ Brancos

+ Nulos

3365726

37,63

é 4014643

é 44,89

é 4267317

ê 44,33

4843463

51,00

6510738

67,28

4264152

é 45,17

Σomatório  dos  Votantes em Partidos.

Ver Gráfico abaixo

5578782

62,37

ê 5505278

ê 55,11

ê 5357037

é 55,67

4654739

49,00

3035820

32,72

ê 5175499

ê 54,83

Variação dos Brancos com a eleição anterior

 

 

ê 4451

ê 0,05

é 49532

é 0,43

44666

0,49

48469

0,53

ê 32522

ê 0,31

 

                                                                                                         

COMENTÁRIO SOBRE AS ELEIÇÕES DE 2014 e 2015

Nas sucessivas Eleições portuguesas os Votos em Branco têm vindo a crescer, até 2013, a um bom ritmo, como se pode ver pelo quadro acima. Em 2014 desceram, mas em contrapartida, cresceram as Abstenções em 18,68%. Em 2015 as Abstenções em Legislativas atingiram um máximo histórico, 43,07% que indica uma desilusão completa na coisa política e nos partidos.

A conclusão lógica destes resultados é que o descontentamento generalizado faz com que os votos não mudem de partido, mas sim, não sejam dados aos Partidos Relespublicanos. Como a única alternativa que os eleitores encontram, é de Votar em Branco, ou Anular o voto, ou Abster-se, interpreto a queda dos Votos em Branco e o aumento das Abstenções, como um descrédito que as pessoas têm em relação à Actual Política e ao Actual Regime Republicano, e um desânimo muito grande para combater o status quo.

O facto de ter entrado na corrida eleitoral de 2014 uma figura carismática a nível dos media, o advogado Marinho Pinto, mostrou que houve uma fuga dos votos do Bloco de Esquerda para o MPT, o que também mostra a facilidade com que o eleitorado é sensível às figuras que encabeçam os Partidos, mesmo mais do que às políticas propostas nos programas eleitorais.

Os resultados das Legislativas de 2015 sem maioria absoluta para a Coligação do PSD e do CDS, abre a porta a uma coligação do PS com o BE e com o PCP, de maneira a constituírem um governo maldito à esquerda. Isto é uma prova clara que este Regime e este Sistema não prestam, e deviam ser proscritos para sempre da face da Terra.

Mas há um fenómeno eleitoral e persistente, que é a sucessiva quebra do somatório de votos dados aos Partidos concorrentes, como se pode ver pela Tabela acima, expressa no seguinte gráfico.

 

O Panorama Geral é no entanto favorável a uma mudança brusca de Votação e à passagem do desânimo para a Esperança num Novo Tempo e num Novo Regime.

Por isso, acredito que quando o Rei de Portugal se candidatar às Eleições para a Presidência da República, com a intenção de convocar um Referendo para mudar deste Regime caduco e corrupto para um Regime de Teocracia Monárquica, haverá uma Votação massiva nessa proposta de Mudança, tanto mais que será numa altura em que o mundo estará a atravessar uma grave crise a nível planetário.

Pessoalmente estou convencido de que a mudança de Regime só será possível depois do Aviso de Garabandal, e mesmo assim não será muito importante que ocorra, pois o que conta verdadeiramente é a nossa posição moral face ao Regime e à Política, pois é dessa que vai depender a nossa Salvação, lutando pelo Bem comum aqui neste mundo, num serviço de Amor e Caridade ao próximo. É a nossa colaboração, com Jesus na implantação do Seu Reino nesta Terra, que vai contar, e a sua medida será o Amor e empenho que tivermos colocado ao seu serviço.

A nossa luta não deve ser para conquistar o poder, mas sim para colaborar com Jesus Cristo na implantação do Seu Reino. A nossa meta deve ser a de Salvar muitas almas, e não a de ganhar eleições. Os Votos Brancos, não são mais do que um indicador do estado das consciências.

E neste aspecto de avaliação das consciências, é curioso notar que a diocese com mais Votos Brancos é a de Leiria/Fátima. A freguesia com mais Votos Brancos é a de  Fátima e a da Lapa em Lisboa. A de Fátima, por ser a mais religiosa e Bem formada. A da Lapa, em Lisboa, por ser a mais culta do ponto de vista religioso.

Bem lá no fundo do coração, o Povo Português ama bem mais o seu Rei do que todos os presidentes que temos tido. Afinal, eles não passam dos sucessores dos cabecilhas maçons que roubaram o Trono ao Rei de Portugal e aos seus descendentes. Só foi possível a usurpação deste Trono através de assassinatos e crimes hediondos e abomináveis. Mas em defesa da Realeza Cristã Portuguesa, bradam bem alto os 900 anos da História de Portugal, desde a sua Fundação, por Vontade Divina expressa na Aparição que teve Dom Afonso Henriques, até à actualidade.

Aos poucos, com o aumento da consciência política e anímica do estado da Nação, as pessoas começarão a perceber o alto significado do Voto em Branco, e a votar massivamente com esta Arma Poderosa, até que o Regime Relespublicano acabe por cair de podre.

Se não chegar a cair, e independentemente disso, também não tem grande importância, pois o realmente importante é a proximidade dos Novos Céus e Nova Terra e o nosso Coração estar preparado para os receber e ter colaborado na sua implantação.

 

A MENTIRA DOS NÚMEROS SOBRE AS ELEIÇÕES

Mais um dos muitos escândalos deste Regime Relespublicano, é a manipulação equívoca dos números apresentados pelo Regime sobre os Resultados Eleitorais.

1º Escândalo

Não consideram os Votos Brancos como um voto validamente expresso, o que contraria absolutamente a intenção de quem vota em Branco, que é o de não dar o seu Voto a nenhuma formação política, por não concordar com nenhuma. Mais claro do que isto não há. O Voto Branco, devia ser, portanto, um Voto validamente expresso.

2º Escândalo

A base utilizada para o cálculo das percentagens dos votos dados aos Partidos, é só o somatório dos votos que eles consideram validamente expressos, aparecendo assim falseados e muito aumentados, dando uma percepção distorcida da realidade.

3º Escândalo

As Abstenções também não são contabilizadas para a base de cálculo das percentagens, aumentando ainda mais a distorção dos dados apresentados.

Para melhor explicitar esta vergonha descarada, e repor a Verdade dos Resultados Eleitorais deste Regime Corrupto, apresento seguidamente uma Tabela com os Resultados Oficiais e, ao lado, os Resultados Verdadeiros, com Base no número total de eleitores.

 

 

Resultados percentuais comparados dos Valores Oficiais e Reais

Legislativas de 2015

Tipos de Votos

Valores Oficiais (*1)

Valores Reais (*2)

Votos

Eleitores Inscritos

-

-

9439651

Eleitores Votantes

-

-

5374363

Abstenção - Incredulidade no Regime

e desinteresse na coisa política

Valor não equiparável

43,07%

4065288

Votos Brancos - Negação Consciente

2,09%

1,19%

112293

Votos Nulos - Contestação e enganos

1,61%

0,92%

86571

Coligação PSD e CDS

36,83%

20,99%

1981408

PS

32,38%

18,45%

1742002

BE

10,22%

5,82%

549838

CDU

8,27%

4,71%

444905

PAN

1,39%

0,79%

74747

PDR

1,13%

0,65%

60982

Nota *1 - Com base em 5374363 votantes

Nota *2 - Com base em 9439651 Inscritos

 

 

A quem apoia e joga com as regras da democracia, é a esta disparidade que dá cobertura. É uma autêntica vergonha. E depois ainda têm a lata de falar em maiorias absolutas e relativas, quando a Maioria Real, não é a do Partido que ganha as Eleições, mas sim, a do descontentamento e renúncia a esta bandalheira pseudo-democrática.

Os números oficiais, com base nos votantes, são o que convém aos Partidos, para dar a ideia de que a sua legitimidade é merecida!

Este Sistema Partidário despreza por completo as Abstenções, os Brancos e os Nulos, por exclusivo interesse particular, praticando uma injustiça vergonhosa para os que não os apoiam.

No caso do PSD/CDS, que dizem ter 36,83% dos votos, mas na realidade só tiveram 20,99%, clamam o direito de constituir governo. Então e os direitos dos 43,07% que se abstiveram não contam para nada. Não são cidadãos? É justo?

Para repor uma verdadeira justiça para todos os cidadãos, só mesmo um Regime diferente, em que haja:

“Unidos” em vez de “Partidos”,

“Colaboração” em vez de “Oposição”,

“Justiça” igual para todos segundo as leis da Caridade Cristã em vez de “demoniocracia”.

 

As Medidas Políticas do GAL

Criaremos assim uma comparação fácil entre o estado em que o País se encontrar na altura, com o que Portugal Pro-GAL podia ter, com a implementação das Medidas propostas e dos Votos Brancos que forem expressos.

O estado do Reino

 

Editoriais sobre o Voto em Branco

 

Campanha para o Voto em Branco   Editorial de 22 de Setembro de 2013

O voto em Branco - Uma Arma Eficaz   Editorial de 25 de Abril de 2014

Afinal… Prestamos contas a Deus ou aos homens?  Editorial de 8 de Setembro de 2015

 

 

 

galamen3@gmail.com  .

http://www.amen-etm.org/Brancos.htm